Twitter e o complexo de Márcia.

É… as vezes eu falo muita bobagem. Pulei, muito rápido, acima de um ônibus que, assim como merda em ventilador, não sabia para onde estava andando nem quem estava atingindo. *
Acredito que todos os que estejam lendo este post saibam da “polemica” que alguns twitters trouxeram para a nossa “fechada-e-quase-alienada” comunidade twitesca nos ultimos dias. Caso contrario leiam este - péssimo - post sobre o assunto.
Respiremos todos: 1…2…3… e, agora, calmos, vamos lá.
Às vezes, ao navegar na internet, me sinto rodeado por “Márcias” querendo fazer de tudo uma grande discussão sobre a moralidade de mijar - ou não - nos outros. Sinto que ao invés de tentar gerar conteúdos interessantes e paralelos à mídia “clássica” estamos nos tornando repetidores sem criatividade preocupados em fazer escândalos.
O Script em questão é - como @Rosana disse - genial. Por não entender nada sobre programação e nem me interessa pelo assunto, limito minha opinião sobre o Script ao impacto social que ele trouxe para a nossa comunidade.
Para poder continuar - como diria o telecurso - Vamos rever como o twitter funciona:
Sujeito 1 cria uma conta e começa a escrever - dentro do limite de 140 letras e espaços -, Sujeito 2 encontra o perfil do usuário 1 e decide se quer ou não “dar follow” nele.
No caso, o script em questão, torna o processo de notoriedade do sujeito 1, um processo automatizado. Mas, - eis aqui que repousa o ponto importante - não há, nem no script, nem no processo normal de “dar follow” alguém apontando um calibre 22 às synapses dos usuários que decidiram seguir o sujeito 1. **
Assim como em qualquer relação social, no twitter, também há pros e contras na forma em que os contatos e amizades são feitos. Acredito que: cada usuário/pessoa tem o direito de escolher a maneira que considera correta ou conveniente de fazer contatos ou amizades. Está afirmação corre a favor dos utilizadores e nao utilizadores do Script.
Tendo dito isso, vamos ao depoimento pessoal: Eu já era follower da @rosana antes de ela disser ter usado o script, continuo sendo seu follower, pois, gosto e aprecio os updates dela e os @replys que recebo quando alguns de meus twits lhe interessam. Adicionei a @twittess depois de ter sido adicionado pelo script e confesso que dei follow por que me interessou o seu about na época, que falava sobre ela ser “editora de livros infanto-juvenis”, gênero em que espero, algum dia, poder publicar livros. Já o @interney não me agradou, nem chamou minha atenção, por isso - depois de ele me adicionar através do script - decidi não dar follow nele e, assim, nunca mais ouvi falar em seu nome.
Três pessoas, Três motivos distintos: a primeira adicionada por entretenimento, a segunda por interesse profissional e a terceira descartada por não me interessar. Três motivos que teriam, sem lugar à duvidas, sido os mesmo, caso eles tivessem me adicionado manualmente. Get it?
Resumindo, queridos leitores, vamos parar com todo esse mu-mu-mu que alem de poluir tira valor da nossa comunidade e discussões e vamos nos dedicar a produzir conteúdo que nos façam - como diria Merlin Mann - melhores.
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Nots de rodapé:
* Obrigado Ricardo Macari por me fazer pensar. ()
** Troquem sujeito 1 por: @rosana, @twittess @interney e sujeito 2 por todos os demais twitterers.