<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description>“Já fui mentiroso compulsivo, mas mudei, acreditem!”
Website | Flickr | Twitter | Dayloggers | Recados de Banheiro | Contato</description><title>Alberto Lung</title><generator>Tumblr (3.0; @betushco)</generator><link>http://blog.albertolung.com/</link><item><title>Para Sempre Em Cimabaixo</title><description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://media.tumblr.com/tumblr_lk0lzhRgNw1qz4lno.jpg" alt=""/&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;#8230;no vôo 7459 da Gol saindo de Buenos Aires e com destino a Florianópolis. Começo in medias res — até porque estou cansado&lt;sup id="fnref:p4811683840-1"&gt;&lt;a href="#fn:p4811683840-1" rel="footnote"&gt;1&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. Sei que muitos de vocês me seguem desde o vê sê pode. Que outros se juntaram na época do dayloggers. Sei que há assistintes experientes e alguns novatos lendo estas linhas. Busco, desta forma: didática, se quiserem chama-la assim, contar o que me aconteceu nos últimos três quase quatro meses.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Juro que não foi proposital. Não foi proposital. Proposital. Gradualmente comecei a ficar cansado da figura que tinha criado tanto na internet como naquela que costumamos chamar de vida “real”. Tudo parece errado. Meu TCC tomou conta dos meus pensamentos — e da forma mais terrível de todas: o pânico. E tudo começou a parecer negativo. Um circulo. Um espiral de coisas que, claro, giravam entre elas; se encontravam conversavam e se davam o direito de rir da minha cara enquanto eu ficava cada vês menos convencido com meu “eu”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Esse “buraco”, entendi, depois de muitas conversas com minha amiga Camila, minha terapeuta Silvia e meu Psiquiatra Henrique, era o que conhecemos como depressão&lt;sup id="fnref:p4811683840-2"&gt;&lt;a href="#fn:p4811683840-2" rel="footnote"&gt;2&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. Seja lá o que essa palavra queira, de fato, transmitir. Eis aqui a minha tentativa: acho que é o contrario de calor, assim como para Buda a iluminação é a ausência do sofrimento. Para mim a depressão é a ausência de calor. Você fica ali, tomando frio, sem saber por que nem para quem e continua ali se congelando cada vez mais. Se a experiência é boa, olá&lt;sup id="fnref:p4811683840-3"&gt;&lt;a href="#fn:p4811683840-3" rel="footnote"&gt;3&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img src="http://media.tumblr.com/tumblr_lk0m8kY9f11qz4lno.jpg" alt=""/&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas quero voltar à ideia de percepção: Em um montanha russa as depressões são a melhor parte. Quando alguém me abraça as partes que ela “deprime” são as mais gostosas de todas. Como em com todas as coisas, e nessas frases que falam tudo e ao mesmo tempo de nada, minha perspectiva era a que estava deprimida. Minha forma de ver o mundo era a de pegar um civic velho mandar algumas coisas se foder pegar um pedaço de bandeira qualquer e sair por ai me juntando a protestos onde, certamente me serviriam alguma comidinha de estrada&lt;sup id="fnref:p4811683840-4"&gt;&lt;a href="#fn:p4811683840-4" rel="footnote"&gt;4&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. Mas Silvia disse: Vai, corre logo para esse lugar, eu te espero, volta quando estiveres cansado. Depois de caminhar dez dias vi que tinha avançado bem pouco. Foi ai que percebi a agua, ou, no nosso caso, o ar&lt;sup id="fnref:p4811683840-5"&gt;&lt;a href="#fn:p4811683840-5" rel="footnote"&gt;5&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Caso eu pudesse fazer vocês sentirem o que é a depressão — algo que nunca faria — eu lhes diria que imaginassem um ser querido caindo de uma escada e batendo diferentes partes do corpo e sangrando e cada vez mais machucados. Conseguem pensar em isso? Isso dói, né? Multiplique isso por um milhão e eleve à um milhar, é disso que estamos falando. Não de stress ou de casaco estamos falando de querer morrer a cada segundo em que se respira. De querer destruir tudo. De ferir, a nos e, mais triste aos que mais querem nos acompanhar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Estou escrevendo isto do lado da minha mãe, que como rainha acompanhou todo este processo, e sinto nela o desgaste do que foram estes últimos seis meses. A coisa foi barra pensada. Passamos por vários medicamentos. Alguns não faziam nada. Outros era altamente alucinógenos. Dos diazepínicos testei, acredito, todos os que estão entre a lista dos dez mais vendidos. Nas doses mínimas e, logo logo, máximas. Noites sem dormir. Deitando de a &lt;em&gt;puchitos&lt;/em&gt; como falamos na Argentina quando se dorme em pedacinhos. Pedacinhos pequenos que faziam muito mais mal do que bem. 
Falaram na possibilidade de uma intervenção hospitalar. Foi só ouvir isso que peguei uma tesoura e fiz a única coisa que tive coragem de fazer no momento (preciso abrir um espaço aqui para avisar que eu estava na banheira tomando uma ducha para tentar de me acalmar e quando meu vo deixou de me vigiar peguei a tesoura forte com as duas mão para me cortar, a coisa é que me caguei todo e não fiz nada de alto risco.) cortei o cabelo, a franja. Aquela que me protegia e eu levantava apenas para quem eu queria ouvir.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Muitas outras coisas mais aconteceram no meio. Muitas mesmo. Da uma daquelas bolinhas de alergia no esôfago que sofri. De lembrar. E olha que eu estou falando do tipo de merda que  faria Wes Anderson chorar.
Lembro que comecei a ficar diferente em janeiro do ano passado. Não dei muita bola. As mãos suavam quando estava em lugares com muita gente e o coração disparava me acordando no meio da noite sem motivo aparente. Tudo sintomas de algo maior. Se há uma mensagem em esta verborragia que seja esta: preste atenção ao seu corpo ele, ao contrario de mim, realmente sabe do que esta falando.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A coisa e que tudo o que passou, passou. E como fala Drexler tudo é apenas “uma luz fugaz, alumbrando desde outro tempo, uma folha que a leva e traz o vento”. Ainda não estou em cem por cem, mas estarei. E, desde Já obrigado pelo carinho que recebo todos os dias na internet. Sempre há algum recado, seja no twitter, Orkut, lastfm, para fazer do meu dia algo mais agradável. Por enquanto ando nadando, jogando basquete&lt;sup id="fnref:p4811683840-8"&gt;&lt;a href="#fn:p4811683840-8" rel="footnote"&gt;6&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;, brincando de pintor, artista poeta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Abraço e, como sempre, desejo-lhes muito mais do que sorte.&lt;/p&gt;

&lt;div class="footnotes"&gt;
&lt;hr&gt;&lt;ol&gt;&lt;li id="fn:p4811683840-1"&gt;
&lt;p&gt;Noto que meus videos estão falando muito sobre viagens&amp;#8230; &lt;a href="#fnref:p4811683840-1" rev="footnote"&gt;↩&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;

&lt;li id="fn:p4811683840-2"&gt;
&lt;p&gt;Acreditamos, pelo momento que possa ser um transtorno bipolar. Digo acreditamos por que em ciencias como a medicina o teste e erro é fundamental. Especialmente na psiquiatria. &lt;a href="#fnref:p4811683840-2" rev="footnote"&gt;↩&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;

&lt;li id="fn:p4811683840-3"&gt;
&lt;p&gt;Amo quem entendeu a refereência, quem não leia isto: &lt;a href="http://dft.ba/-n7A%C2%A0"&gt;http://dft.ba/-n7A &lt;/a&gt;&lt;a href="#fnref:p4811683840-3" rev="footnote"&gt;↩&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;

&lt;li id="fn:p4811683840-4"&gt;
&lt;p&gt;Ler a descrição sobre depressão que d.f.w dá para o tipo ideal de pessoa depressiva. Vale a pena procurar o texto na integra. &lt;a href="#fnref:p4811683840-4" rev="footnote"&gt;↩&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;

&lt;li id="fn:p4811683840-5"&gt;
&lt;p&gt;Silvia, dou-lhe de presente esta nota de rodapé. Numero cinco. Abraço. &lt;a href="#fnref:p4811683840-5" rev="footnote"&gt;↩&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;

&lt;li id="fn:p4811683840-8"&gt;
&lt;p&gt;Eis aí a razão da foto&amp;#8230; &lt;a href="#fnref:p4811683840-8" rev="footnote"&gt;↩&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;

&lt;/ol&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/4811683840</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/4811683840</guid><pubDate>Thu, 21 Apr 2011 15:35:53 -0300</pubDate><category>pessoal</category><category>depressão</category></item><item><title>"The depressed person confessed to her therapist that when she reached out long-distance to a member..."</title><description>“The depressed person confessed to her therapist that when she reached out long-distance to a member of her Support System she almost always imagined that she could detect, in the friend’s increasingly long silences and/or repetitions of encouraging cliches, the boredom and abstract guilt people always feel when someone is clinging to them and being a joyless burden.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;The depressed person, D.F.W&lt;/em&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/4311076793</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/4311076793</guid><pubDate>Sun, 03 Apr 2011 11:33:00 -0300</pubDate><category>David Foster Wallace</category><category>citação</category><category>Literatura</category></item><item><title>A sua opinião vale 99 centavos?</title><description>&lt;p&gt;Eis aqui uma idéia interessante. O &lt;a href="http://www.thesunchronicle.com/"&gt;Sun chronicle&lt;/a&gt;, um jornal de Massachusetts, passara a cobrar 99 centavos dos leitores que desejarem comentar uma de suas matérias. O pagamento acontece apenas no primeiro comentário e é acompanhado de um cadastro que registra, junto com o numero do cartão de credito, o nome e o endereço do leitor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O que o Sun chronicle quer fazer é estar &amp;#8220;frente a frente&amp;#8221; com seus leitores e, ainda, tem a coragem de dizer: &amp;#8220;put your money where your mouth is&amp;#8221;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Roy Greenslade, jornalista do &lt;a href="http://www.guardian.co.uk/media/greenslade/2010/jul/13/paywalls-us-press-publishing"&gt;The Guardian&lt;/a&gt;, aponta que esta estratégia infringe a liberdade de expressão dos anônimos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Contudo, qualquer leitor de blogs e jornais na internet sabe que os comentários anônimos, em sua maioria, costumam ser agressivos e de pouca qualidade argumentativa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sempre defendi que é o criador do conteúdo quem tem o direito e liberdade de permitir ou negar as formas de interação que seus leitores tem com o material criado. Acredito que o escritor tem o direito de bloquear os comentários em seu site caso sinta que essa seja a forma mais correta de distribuir o conteúdo de sua criação.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;John Gruber, do blog &lt;a href="http://daringfireball.net/"&gt;Daring Fireball&lt;/a&gt;, não possui nenhum tipo de sistema de comentários em seu blog. Contudo, encoraja que seus leitores escrevam posts, não anônimos, em seus próprios blogs comentando as postagens de seu blog. A idéia de Gruber é apoiar uma conversa corpo a corpo de argumentos bem pensados. Uma postura que respeito e que, constantemente, estou tentado a aplicar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Sun chronicle é corajoso. Em um panorama onde os leitores demonstram não terem intenção de pagar para ler artigos online, o jornal aposta em monetizar a vontade de opinar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Resta acompanhar o desenvolvimento da idéia e ver sé opinar ainda tem algum valor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;#8212; Alberto Lung&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/811574367</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/811574367</guid><pubDate>Wed, 14 Jul 2010 14:40:00 -0300</pubDate><category>Artigos</category><category>Opinião</category></item><item><title>You Can't Always Get What You Want</title><description>&lt;center&gt; &lt;img src="http://media.tumblr.com/tumblr_kzk8yaBLg01qz4lno.jpg" alt=""/&gt;&lt;/center&gt;

&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Falando com &lt;a href="http://www.milanelli.tumblr.com"&gt;milanelli&lt;/a&gt; &amp;#8212; em um dia desses em que minhas opções de entretenimento são 1) ver Ugly Betty ou quem sabe 2) Entrar no Orkut e ficar criticando as fotos dos meus contatos ou pior ainda 3) dormir às 23:00Hs numa sexta-feira &amp;#8212; Chegamos à conclusão de que nem eu nem ela temos aptidão para fracassar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Assim, quem lê rapidamente pode achar que esta incapacidade é ótima. Até escuto o ingênuo dizer: &amp;#8220;Cê não vai fracassar nunca!&amp;#8221;. Contudo, a verdade é que a nossa incapacidade de mexer a bunda não nos permite sequer buscar o fracasso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sabe, sem me comparar, mas Faulkner ganhou dois prêmios Pulitzer por duas novelas que são consideradas as mais &amp;#8220;fraquinhas&amp;#8221; dele &amp;#8212; sem contar que as escreveu enquanto bebia que nem um desgraçado. Meu melhor trabalho não ganha um aplauso da minha própria mãe.&lt;sup id="fnref:p460119641-1-19-03-10"&gt;&lt;a href="#fn:p460119641-1-19-03-10" rel="footnote"&gt;1&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E aí eu tento encontrar uma justificativa; vai que ele era assim de criativo por que bebia. Se for, nem para isso sou competente, tomo meio copo de vinho e já estou falando bobagem &amp;#8212; e nenhuma delas merece o Pulitzer.&lt;sup id="fnref:p460119641-2-19-03-10"&gt;&lt;a href="#fn:p460119641-2-19-03-10" rel="footnote"&gt;2&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A coisa é que fracassar é você mais a experiência do fracasso. No nosso caso, onde nem o fracasso existe, a coisa fica no nada mesmo, sem ganhar nem perder.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como consolo fica o seguinte: Faulkner virou um selo postal de 22 centavos. milanelli e eu, pelo menos, não estamos sendo chupando&lt;sup id="fnref:p460119641-3-19-03-10"&gt;&lt;a href="#fn:p460119641-3-19-03-10" rel="footnote"&gt;3&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; o tempo todo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;#8212; Alberto Lung&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;(As notas de rodapé são uma cortesia de milanelli)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;div class="footnotes"&gt;
&lt;hr&gt;&lt;ol&gt;&lt;li id="fn:p460119641-1-19-03-10"&gt;
&lt;p&gt;Afinal ela é uma mulher sã&amp;#8230; &lt;a href="#fnref:p460119641-1-19-03-10" rev="footnote"&gt;↩&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;

&lt;li id="fn:p460119641-2-19-03-10"&gt;
&lt;p&gt;Definitivamente não, o máximo a que chegamos foi assustar nossos sobrinhos enquanto bêbados &lt;a href="#fnref:p460119641-2-19-03-10" rev="footnote"&gt;↩&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;

&lt;li id="fn:p460119641-3-19-03-10"&gt;
&lt;p&gt;Apesar de não ser uma má idéia, de vez em quando &lt;a href="#fnref:p460119641-3-19-03-10" rev="footnote"&gt;↩&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;

&lt;/ol&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/460119641</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/460119641</guid><pubDate>Sat, 20 Mar 2010 00:20:00 -0300</pubDate><category>pessoal</category></item><item><title>Rehab is for quitters, and I want to quit.</title><description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://media.tumblr.com/tumblr_ky86ih9FaL1qz4lno.jpg" alt="Music"/&gt;
Quando eu tinha onze anos eu era fanático &amp;#8212; cortava fotos e fazia montagem (photoshop dos antigos) e colava na parede do quarto &amp;#8212; do Aaron Carter. Quando o sujeito tem onze anos isso é aceitável, a sociedade &amp;#8212; aka meus colegas de catecismo &amp;#8212; não ficavam me julgado quando eu insistia em mostrar como sabia dançar igual a ele &amp;#8212; algo que hoje, vendo os vídeos que a minha tia gravou, sei que é mentira.&lt;sup id="fnref:p404175425-1-22-10"&gt;&lt;a href="#fn:p404175425-1-22-10" rel="footnote"&gt;1&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E assim, na boa, me divirto muito sabendo que algum dia gostei de uma musica com esta letra: &lt;i&gt;Hey Girl, I&amp;#8217;m sad / I heard that you were leaving / You can&amp;#8217;t go, you&amp;#8217;re my best friend / I&amp;#8217;m sure gonna miss you&lt;/i&gt;&lt;sup id="fnref:p404175425-2-22-10"&gt;&lt;a href="#fn:p404175425-2-22-10" rel="footnote"&gt;2&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Passado musical que condena todo mundo têm. Se você nasceu nos anos &amp;#8216;80, e não morou o resto da vida em uma caverna, os Back Street Boys, N&amp;#8217;Sync e as Spice Girls fizeram parte da sua adolescência.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O problema, e este post é o primeiro passo do meu Rehab, é que estas ferias baixei o CD do Justin Bieber e o escutei mais vezes do que alguém deveria escutar. Até estou gostando do cover que ele faz do &lt;i&gt;Say that you love me&lt;/i&gt; do &lt;i&gt;Cardigans&lt;/i&gt;, e, ainda mais pathétique, sei de cor a letra da musica  &lt;i&gt;Baybe&lt;/i&gt;&lt;sup id="fnref:p404175425-3-22-10"&gt;&lt;a href="#fn:p404175425-3-22-10" rel="footnote"&gt;3&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Passado que condena todo mundo têm. Agora, presente fuleiro, isso deixa comigo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;#8212; Alberto Lung&lt;/p&gt;

&lt;div class="footnotes"&gt;
&lt;hr&gt;&lt;ol&gt;&lt;li id="fn:p404175425-1-22-10"&gt;
&lt;p&gt;Material que, estou certo, vai aparecer na TV se algum dia virar político. &lt;a href="#fnref:p404175425-1-22-10" rev="footnote"&gt;↩&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;

&lt;li id="fn:p404175425-2-22-10"&gt;
&lt;p&gt;Para ver mais desta maravilha poética &lt;a href="http://www.azlyrics.com/lyrics/aaroncarter/imgonnamissyouforever.html" title="Aaron Carter"&gt;aqui&lt;/a&gt;. &lt;a href="#fnref:p404175425-2-22-10" rev="footnote"&gt;↩&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;

&lt;li id="fn:p404175425-3-22-10"&gt;
&lt;p&gt;Percebe a criatividade nos títulos? &lt;a href="#fnref:p404175425-3-22-10" rev="footnote"&gt;↩&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;

&lt;/ol&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/404175425</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/404175425</guid><pubDate>Mon, 22 Feb 2010 00:21:00 -0400</pubDate><category>pessoal</category></item><item><title>Apresentação do Kommbo.</title><description>&lt;p&gt;&lt;img alt="Desconstruindo o Digital By Alberto Lung" src="http://farm3.static.flickr.com/2567/3773850628_17e60afe64.jpg" height="375" width="500"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No dia 9 de julho participei de um ótimo evento organizado pelo meu colega &lt;a href="http://twitter.com/tiagomx"&gt;Tiago Jaime Machado&lt;/a&gt;, o &lt;a target="_blank" href="http://zerotrack.com.br/kommbo/"&gt;Kommbo&lt;/a&gt;. Evento onde falei um pouco sobre minha pesquisa com jovens Argentinos, e, conseqüentemente, de pontos que acho importante desconstruir na noção de &amp;#8220;digital&amp;#8221;. Os convido a me acompanhar em uma visita pelos meus Slides (aviso aos desavisados, o post é longo.)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img alt="The New Internet Experience" src="http://farm3.static.flickr.com/2585/3773046071_e1516a7c99.jpg" height="375" width="500"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sinto que todas as apresentações feitas nos últimos dois anos usam, em demasia, termos como: web 2.0, Web Social ou, pior ainda, frases de efeito que demonstram como, agora, é o usuário que tem o poder. Acho tudo isso uma bobagem. E por isso, quero chamar a atenção para dois pontos que muitas vezes são esquecidos pelos experts dessa &amp;#8220;new internet experience&amp;#8221;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img alt="IRL" src="http://farm4.static.flickr.com/3585/3773046351_5fcfc002cc.jpg" height="375" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira de todas as descostruçoes à ser feitas é: &lt;b&gt;Não existe, apenas, o digital&lt;/b&gt;. Não se pode pensar o plano digital como sendo uma esfera separada da &lt;i&gt;Real Life&lt;/i&gt;. A linha que divide estas duas esferas é cada vez mais tenue e, para quem trabalha tentando propagar idéias ou produtos entre pessoas, pensar como conseguir ter impacto nos dois planos ao mesmo tempo é fundamental.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta lei tornou-se ainda mais importante quando passei a notar que, cada vez mais, o conteúdo criado em &lt;b&gt;meios digitais quer extravasar para o &amp;#8220;plano físico&amp;#8221;&lt;/b&gt;. Quero apresentar dois casos que observei durante meu tempo de pesquisa na Argentina que mostram e exemplificam esta propriedade instável do conteúdo digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="Pet Society" src="http://farm3.static.flickr.com/2532/3773907968_72f6dbdd9b.jpg" height="375" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre que conversava com os adolescentes argentinos, o Facebook e , conseqüentemente, o &lt;a href="http://www.playfish.com/?page=game_pets"&gt;Pet Society&lt;/a&gt;,  apareciam como pontos importante na conversação. Como antropólogo (ou, melhor dito, fofoqueiro com diploma) me interessei muito pelo jogo, por que, além de ser aditivo, parecia importante para os garotos e garotas com os quais conversei.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O jogo consiste em montar uma casa para seu Pet - um bichinho criado pelo próprio jogador. Para poder montar a casa são necessários objetos que podem ser comprados no jogo com o dinheiro que se ganha em mini joginhos que envolvem a participação de seus amigos do Facebook. O jogo permite a troca de objetos entre amigos e tem uma grande comunidade hispânica que, através de forums e blogs, viabiliza a comercialização e troca dos objetos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=TzKsjvbRtVQ"&gt;me contaram&lt;/a&gt; (o video do youtube pronto tera legendas, aguardem.) que esta troca não é apenas de objetos virtuais por objetos virtuais. Eles, &lt;b&gt;também trocam objetos virtuais por dinheiro real e, ainda mais interessante, por favores&lt;/b&gt;. Foi no ultimo exemplo que me foquei, pois, eles me contaram que uma vez um menino trocou um objeto com uma garota amiga dele com a condição de ela o acompanhasse à casa de uma menina que ele estava paquerando - este tipo de troca, eles me contaram, é freqüente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Percebi que a ferramenta, inicialmente, criada para a interação no meio digital &amp;#8220;sentiu a necessidade&amp;#8221; de &lt;b&gt;sair do meio virtual para agir na &lt;i&gt;vida real&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. E Play Fish, a empresa por trás do joginho aproveitou-se da forma em que o jogo foi apropriado pelos usuários e não bloqueou os métodos de troca alternativos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="Floggers" src="http://farm3.static.flickr.com/2235/3774001592_3d62113630.jpg" height="375" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro grupo com o qual tive contato durante minha viagem à terra &lt;i&gt;de los hermanos&lt;/i&gt; foram os Floggers. Este grupo de adolescentes tem uma historia muito particular que mostra os limites de pensar separadamente o mundo real do digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O grupo começou de forma pouco homogênea. Eram um monte de meninos e meninas que tinha flogs (Fotologs), entre eles eram amigos e cada um deixava comentários nos flogs dos outros. Como qualquer grupo que passa a interagir, com o tempo, criaram suas próprias formas de falar, - criando palavras como &lt;i&gt;arreee&lt;/i&gt; - de se vestir e de se relacionar. Toda a interação limitava-se ao ambiente virtual. Contudo, uma das meninas floggers, &lt;a target="_blank" title="Flogger cumbio" href="http://www.fotolog.com/cumbio"&gt;Cumbio&lt;/a&gt;, percebeu que &amp;#8220;o grupo estava muito prendido na tela&amp;#8221; e que precisavam &amp;#8220;fortalecer os laços&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="floggers no Abasto" src="http://farm3.static.flickr.com/2617/3773281175_ddbe66665e.jpg" height="375" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela organizou o que seria o primeiro de muitos encontros entre o garotas e garotos Floggers de Buenos Aires na frente do Shopping Abasto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além de Cumbio ser um exemplo claro do tipo de líder que &lt;a href="http://sethgodin.typepad.com/"&gt;Seth Godin&lt;/a&gt; aponta, em seu livro &lt;a target="_blank" title="tribes seth godin" href="http://www.amazon.com/Tribes-We-Need-You-Lead/dp/1591842336/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1249007297&amp;amp;sr=1-1"&gt;Tribes&lt;/a&gt;, como fundamental para iniciar um movimento social, ela foi perspicaz ao perceber a vontade dos floggers de sair do meio digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="floggers e a Nike" src="http://farm4.static.flickr.com/3563/3773282435_8e7e899473.jpg" height="375" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Junto com ela, a Nike - que vale lembrar investe pesado em sua equipe de pesquisas antropológicas - iniciou uma campanha publicitária que consistia em que o grupo desenhasse um &amp;#8220;Tenis floggers&amp;#8221;. Para desenhar o tênis, os floggers, entravam em um site onde projetavam seus tênis ideais e podiam postar seus protótipos em seus floggs; o modelo ganhador, foi fabricado pela Nike e um tênis-tobogã gigante apareceu na frente do shopping onde os garotos e garotas se reúnem - gerando milhares de fotos nos flogs com o tênis gigante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A campanha ainda envolveu uma serie de atividades online e offline patrocinadas pela Nike onde os floggers conseguiram misturar as duas esferas de interação - da forma em que o vinham fazendo - tornando a campanha algo que facilitasse e não que interrompesse a comunicação. Isto é importante por que, hoje, &lt;b&gt;uma campanha pensada apenas para impactar no meio digital interrompe as conversas&lt;/b&gt; que, naturalmente, perpassam tanto a &lt;i&gt;virtualidade&lt;/i&gt; como a &lt;i&gt;realidade&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="internet e comunicação" src="http://farm4.static.flickr.com/3556/3773282641_073a4e07e6.jpg" height="375" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O segundo ponto (aposto que muitos já esqueceram que eram dois pontos) a &lt;b&gt;desconstruir e a idéia de que os meios digitais são de fato &amp;#8220;meios de comunicação&amp;#8221;&lt;/b&gt;. Prometo ser breve pois este tema é longo e se estiverem interessados posso fazer mais um post ao respeito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando se diz que os computadores, a internet ou os celulares são meios de comunicação minha primeira reação e soltar minha histérica risada. Um meio de comunicação é aquilo que está entre duas pessoas e lhes permite manter uma conversação. A internet, o celular e &lt;b&gt;os meios digitais não são meros conectores! &lt;/b&gt;Ao contrario &lt;b&gt;os meios digitais são Mediadores de conversações&lt;/b&gt;.&lt;img alt="celular charge meios de comunicação" src="http://farm4.static.flickr.com/3567/3773283005_7581604317.jpg" height="375" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;(Charge de: &lt;a href="http://dirceuveiga.com.br"&gt;dirceuveiga.com.br&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Caros leitores, quantas vezes o seus celulares os fizeram voltar para casa pois os tinham esquecido? Sim, foram os celulares que tiveram ação sobre vocês. Quantas vezes replanejaram suas reuniões em função de tomadas por que seus laptops pediam bateria? Amigos, a partir do momento em que estes &lt;b&gt;aparelhos passam a ter agencia sobre suas decisões&lt;/b&gt; eles deixam de ser meros meios de comunicação e passam a ser mediadores de comunicação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="internet possibilita" src="http://farm3.static.flickr.com/2459/3773283277_318ec3236d.jpg" height="375" width="500"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você pode pensar &lt;b&gt;&amp;#8220;Ok, senhor Alberto. Mas que Me*#a muda com essa por#a de meio e mediador?&amp;#8221;&lt;/b&gt; E eu, além de ficar incomodado com seus xingamentos lhe direi: &amp;#8220;Tudo! Absolutamente Tudo!&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das principais mudanças recai sobre a máxima babaca de que a internet é o lugar onde vale tudo e tudo é possível. Quando você, querido leitor, para de pensar a internet sobre essa ilusão, as suas tentativas de construir, participar e impactar grupos sociais passarão a ser muito mais efetivas. Quando você passa a pensar que a internet (e outros meios digitais) é tão limitadora quanto possibilitadora fica muito mais fácil construir formas de comunicação efetivas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, tomando todas as idéias ao mesmo tempo e tentando resumir algo difícil de sintetizar, cabe relembrar que: &lt;b&gt;Os meios digitais estão gritando suas necessidades de extravasar para o &amp;#8220;mundo real&amp;#8221;; isto deve-se ao fato dos meios digitais serem mediadores construídos, cotidianamente, pela interação de indivíduos sociais que têm seu intercâmbio de informações possibilitado e impossibilitado por estas formas mediadas de comunicação.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(complicado, eu sei, mas leia três vezes que, que nem &lt;a target="_blank" title="haiku" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Haiku"&gt;haiku&lt;/a&gt;, começa a fazer sentido.)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Obrigado.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Textos relacionados:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.nytimes.com/2009/03/14/world/americas/14cumbio.html"&gt;In Argentina, a Camera and a Blog Make a Star - New York Times&lt;br/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.guardianweekly.co.uk/?page=editorial&amp;amp;id=1185&amp;amp;catID=8"&gt;Argentina: the face of &amp;#8216;flogging&amp;#8217; - The Guardian&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/152701552</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/152701552</guid><pubDate>Fri, 31 Jul 2009 01:05:00 -0300</pubDate><category>Cibercultura</category><category>Artigos</category><category>Kommbo</category><category>midias sociais</category><category>twitter</category></item><item><title>Journey to the sea.</title><description>&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/5227832" width="400" height="300" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Journey to the sea.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/126540543</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/126540543</guid><pubDate>Fri, 19 Jun 2009 14:07:29 -0300</pubDate><category>pessoal</category><category>video</category></item><item><title>Apocalipse vende bem, vende muito bem.</title><description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2104/2054107736_33b631838c.jpg" width="500" height="375"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/drb62/2054107736/"&gt;Foto&lt;/a&gt; by &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/drb62/"&gt;DRB62&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acho que – como sempre – estou chegando tarde á festa e vou tentar comentar sobre os salgadinhos fritos frios. Em está passagem a festa é a economia e os salgadinhos são o corpo frígido e duro de alguns jornais que, alguma vez, estiveram no topo do ciclo de noticias.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estou cansado de caminhar pelos vastos campos (abarrotados de DDT) que formam a internet e encontrar blogs de “especialistas” e sites de opinião anunciando o fim da mídia impressa. Todos prometem um futuro com centros de noticias atualizadas 24 h entupidos de jornalistas postando no twitter enquanto escrevem blogs e ligam suas webcams para fazer um Live Stream. Um futuro com o qual eu – menino com ADD – estaria feliz!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Contudo, isso não me permite escrever obituários apressados sobre uma mídia (a impressa) que, apesar de diminuir anualmente em tiragem, tem seus consumidores fixos. Quantos de vocês não compram uma revista ou jornal mesmo sabendo que o conteúdo pode ser lido, na maioria das vezes, na integra na internet? Eu faço isso todos os meses com a revista Bravo!  E não pararei de fazê-lo, pois o cheiro de papel é fundamental nas minhas leituras.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O correto, my friends, não é anunciar o fim dos jornais, mas, sim, falar – como bem &lt;a href="http://russelldavies.typepad.com/planning/2009/04/the-future-of-media-businesses-definitive.html"&gt;disse Russel&lt;/a&gt; -  em declínio. O mesmo declínio que afeta a indústria fonográfica e que faz com que os canais de TV procurem novas maneiras de lucrar com seus seriados. Declínio que, sem duvidas, mudara por completo a forma em que os newspapers se sustentaram financeiramente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não gosto de fazer futurologia, mas acredito que estou certo ao prever que as vendas de jornais irão cair nos próximos anos, da mesma maneira em que a venda de discos de vinil caiu (entenda-se: Muito). Mas a mídia impressa como meio de comunicação vai sobreviver. Jornais dominicais de igrejas, informativos de bairros e inclusive alguns poucos jornais de maior distribuição continuaram a existir e a utilizar o papel como meio de distribuição.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim, este post não visa trazer nenhuma tese mirabolante sobre como “salvar” os jornais, até por que acho que muitos deles têm mais do que sumir, mas sim, tentar elevar a nossa discussão do plano superficial “nostradamico” para um debate sério sobre como a diminuição na indústria jornalística ira afetar o jornalismo em sim – como bem o faz Marta Barcelos em este artigo &lt;a href="http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2774"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vemos-nos no próximo post (que, como este, tampouco terá inicio, meio e fim.)&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/105514140</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/105514140</guid><pubDate>Sat, 09 May 2009 15:00:20 -0300</pubDate><category>opinião</category></item><item><title>Twitter e o complexo de Márcia.</title><description>&lt;p&gt;&lt;img alt="Twitada boba" src="http://farm4.static.flickr.com/3369/3430227646_37ceb7d3b9_o.png" width="503" height="152"/&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p&gt;É&amp;#8230; as vezes eu falo muita bobagem. Pulei, muito rápido, acima de um ônibus que, assim como merda em ventilador, não sabia para onde estava andando nem quem estava atingindo. *&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Acredito que todos os que estejam lendo este post saibam da “polemica” que alguns twitters trouxeram para a nossa “fechada-e-quase-alienada” comunidade twitesca nos ultimos dias. Caso contrario leiam &lt;a href="http://goma.blogsome.com/2009/04/06/etica-2o-ou-como-fazer-amigos-e-influenciar-pessoas-no-twitter/"&gt;este&lt;/a&gt; - péssimo - post sobre o assunto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Respiremos todos: 1&amp;#8230;2&amp;#8230;3&amp;#8230; e, agora, calmos, vamos lá.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Às vezes, ao navegar na internet, me sinto rodeado por “&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rcia_Goldschmidt"&gt;Márcias&lt;/a&gt;” querendo fazer de tudo uma grande discussão sobre a moralidade de mijar - ou não - nos outros. Sinto que ao invés de tentar gerar conteúdos interessantes e paralelos à mídia “clássica” estamos nos tornando repetidores sem criatividade preocupados em fazer escândalos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O &lt;i&gt;Script&lt;/i&gt; em questão é - como &lt;a href="http://queridoleitor.zip.net/"&gt;@Rosana&lt;/a&gt; disse - genial. Por não entender nada sobre programação e nem me interessa pelo assunto, limito minha opinião sobre o &lt;i&gt;Script&lt;/i&gt; ao impacto social que ele trouxe para a nossa comunidade.&lt;/p&gt;



&lt;p&gt;Para poder continuar - como diria o telecurso - Vamos rever como o twitter funciona:&lt;/p&gt;



&lt;blockquote&gt;Sujeito 1 cria uma conta e começa a escrever - dentro do limite de 140 letras e espaços -, Sujeito 2 encontra o perfil do usuário 1 e decide se quer ou não “dar &lt;i&gt;follow&lt;/i&gt;” nele.&lt;br/&gt;&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;&#13;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;br/&gt;No caso, o &lt;i&gt;script&lt;/i&gt; em questão, torna o processo de notoriedade do sujeito 1, um processo automatizado. Mas, - eis aqui que repousa o ponto importante - não há, nem no &lt;i&gt;script&lt;/i&gt;, nem no processo normal de “dar &lt;i&gt;follow&lt;/i&gt;” alguém apontando um calibre 22 às synapses dos usuários que decidiram seguir o sujeito 1. **&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim como em qualquer relação social, no twitter, também há pros e contras na forma em que os contatos e amizades são feitos. Acredito que: cada usuário/pessoa tem o direito de escolher a maneira que considera correta ou conveniente de fazer contatos ou amizades. Está afirmação corre a favor dos utilizadores e nao utilizadores do &lt;i&gt;Script&lt;/i&gt;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tendo dito isso, vamos ao depoimento pessoal: Eu já era follower da &lt;a href="http://twitter.com/rosana"&gt;@rosana&lt;/a&gt; antes de ela disser ter usado o &lt;i&gt;script&lt;/i&gt;, continuo sendo seu &lt;i&gt;follower&lt;/i&gt;, pois, gosto e aprecio os &lt;i&gt;updates&lt;/i&gt; dela e os &lt;i&gt;@replys&lt;/i&gt; que recebo quando alguns de meus &lt;i&gt;twits&lt;/i&gt; lhe interessam. Adicionei a &lt;a href="http://twitter.com/twittess"&gt;@twittess&lt;/a&gt; depois de ter sido adicionado pelo &lt;i&gt;script&lt;/i&gt; e confesso que dei &lt;i&gt;follow&lt;/i&gt; por que me interessou o seu &lt;i&gt;about&lt;/i&gt; na época, que falava sobre ela ser “editora de livros infanto-juvenis”, gênero em que espero, algum dia, poder publicar livros. Já o &lt;a href="http://www.twitter.com/interney"&gt;@interney&lt;/a&gt; não me agradou, nem chamou minha atenção, por isso - depois de ele me adicionar através do &lt;i&gt;script&lt;/i&gt; - decidi não dar &lt;i&gt;follow&lt;/i&gt; nele e, assim, nunca mais ouvi falar em seu nome.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Três pessoas, Três motivos distintos: a primeira adicionada por entretenimento, a segunda por interesse profissional e a terceira descartada por não me interessar. Três motivos que teriam, sem lugar à duvidas, sido os mesmo, caso eles tivessem me adicionado manualmente. &lt;b&gt;&lt;i&gt;Get it?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Resumindo, queridos leitores, vamos parar com todo esse mu-mu-mu que alem de poluir tira valor da nossa comunidade e discussões e vamos nos dedicar a produzir conteúdo que nos façam - como diria &lt;a href="http://merlinmann.com/"&gt;Merlin Mann&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://blog.albertolung.com/post/61384076/sobre-ser-melhor"&gt;melhores&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- - -&lt;br/&gt;Nots de rodapé:&lt;br/&gt;* Obrigado &lt;a href="http://codigolivre.net/"&gt;Ricardo Macari&lt;/a&gt; por me &lt;a href="http://twitter.com/Betushco/status/1419220096"&gt;fazer pensar&lt;/a&gt;. ()&lt;br/&gt;** Troquem sujeito 1 por: @rosana, @twittess @interney e sujeito 2 por todos os demais twitterers.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/95025389</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/95025389</guid><pubDate>Fri, 10 Apr 2009 22:21:00 -0300</pubDate><category>opinião</category><category>Artigos</category><category>midias sociais</category><category>twitter</category></item><item><title>Travessia de verão</title><description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2058/2283152443_5ebabb42a2_o_d.jpg" width="512" height="343"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenho que agradecer meu primeiro encontro com &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Truman_Capote"&gt;Truman Capote&lt;/a&gt; à Hollywood. Nunca tinha lido nada dele (ou sobre ele) até assistir “&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Capote_(film)"&gt;Capote&lt;/a&gt;” e, tenho que reconhecer, não devo meu interes no autor à historia do filme, mas sim à interpretação de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Philip_Seymour_Hoffman"&gt;Philip Seymour Hoffman&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Procurei por ele na &lt;a href="http://en.wikipedia.org"&gt;Wikipédia&lt;/a&gt;, como faço com tudo o que acho interessante, e fui mergulhando nos links de referencias – que são um dos recursos menos usados pelos wikipedistas de plantão – atrás da historia de este autor amaneirado e que me pareceu, desde o primeiro passo da minha pesquisa, ter uma língua muito afiada: Ao final de contas, foi ele quem &lt;a href="http://en.wikiquote.org/wiki/Truman_Capote#Unsourced"&gt;disse&lt;/a&gt; que &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jack_Kerouac"&gt;Jack Kerouac&lt;/a&gt; não era um escritor e sim um digitador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agasalhado com a leitura de algumas biografias sobre Capote e acompanhado pela leitura de alguns críticos que só tinha coisas boas à disser sobre ele, decidi ler algum de seus trabalhos; mas, ao mesmo tempo em que tive a idéia, sentado na frente da luz fluorescente da tela do computador,  me aconteceu aquilo que acontece a muitos quando sentados frente ao monitor: Outra janela pareceu mais importante, outra conversa me chamou mais a atenção e outro recado estava esperando-me para ser lido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ficaram, na minha memória, apenas os dados biográficos de Truman. O interesse continuava ali, escondido em algum lugar do meu estomago, e foi há alguns dias atrás, com as palavras de um amigo, que regurgitei minha curiosidade. “Tenho um livro, para te emprestar, do estilo em que você gostar.” Me disse Tim com seu sotaque inglês. Normalmente, não aceito que me emprestem livros – me conheço muito bem e sei que livros que me são emprestados jamais serão devolvidos: tenho na prateleira “&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Road"&gt;The Road&lt;/a&gt;” do &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cormac_McCarthy"&gt;Cormac Mccarthy&lt;/a&gt; emprestado pelo Tim a já quase dois anos e, posso assegurar, que ele só ira sair dali para me acompanhar em alguma mudança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas deixando o lengalenga de lado, (que, por algum motivo, hoje insiste em entrar no papel) o livro que Tim quis me emprestar era: “&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1695353?franq=142224"&gt;Travessia de verão&lt;/a&gt;” – adivinhem de quem?! – do meu querido companheiro de leituras biográficas: Truman Capote.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O livro foi lançado depois da morte do autor, estava escrito em alguns cadernos dele em seu apartamento em New York e, apesar de não ser muito fã da idéia de publicar os livros que, por algum motivo, o autor não quis publicar enquanto estava vivo, decidi ler o relato. Contudo – que nem filme que trava antes do final – não irei fazer uma resenha o livro por que, ademais de achar resenhas literárias um saco de touro, gostaria que vocês também possam ler a historia e se surpreenderem, como aconteceu comigo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quero destacar apenas um trecho dela:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;“Então terminou, não havia mais nada que ela quisesse dele, os desejos de verão haviam virado sementes de inverno: os ventos as sopravam para bem longe antes de que outro abril as fizesse florescer.”&lt;br/&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Espero que este post que pretendia falar muita coisa – e falou quase nada – os incite a ler o livro, e se o fizerem, deixem um recadinho me contando o que acharam.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/88511206</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/88511206</guid><pubDate>Sat, 21 Mar 2009 14:24:00 -0300</pubDate><category>Resenha</category><category>Opinião</category><category>Literatura</category><category>Truman Capote</category></item><item><title>Meu ultimo video no Dayloggers Projeto do qual participei...</title><description>&lt;iframe width="400" height="320" src="http://www.youtube.com/embed/i9O1EYvAt9o?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Meu ultimo video no &lt;a href="http://www.youtube.com/user/dayloggers"&gt;Dayloggers&lt;/a&gt; Projeto do qual participei fazendo vide-blogs semanais durante um ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fico feliz em poder ter cumprimo a meta, e nao ter, nunca, faltado com um video; isso me deixa contente pois é uma forma de me auto-convencer de que consigo terminar meus projeos pessoais, sem importar o &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Fc8h_YGqvig"&gt;dificil&lt;/a&gt; que isso as vezes possa ser.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/81912676</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/81912676</guid><pubDate>Fri, 27 Feb 2009 01:20:00 -0400</pubDate><category>Video</category><category>pessoal</category><category>dayloggers</category></item><item><title>"Saying ‘I notice you’re a nerd’ is like saying, ‘Hey, I notice that..."</title><description>“Saying ‘I notice you’re a nerd’ is like saying, ‘Hey, I notice that you’d rather be intelligent than be stupid, that you’d rather be thoughtful than be vapid, that you believe that there are things that matter more than the arrest record of Lindsay Lohan.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;&lt;a href="http://en.wikiquote.org/wiki/John_Green_(author)#Youtube"&gt;John Green&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/81284659</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/81284659</guid><pubDate>Wed, 25 Feb 2009 00:12:04 -0400</pubDate><category>Citação</category><category>John Greem</category></item><item><title>Last good kiss.</title><description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://farm4.static.flickr.com/3076/2880377477_45e06012ba.jpg" width="500" height="375"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/kah_devil/2880377477/"&gt;photo&lt;/a&gt; by: &lt;a href="http://www.flickr.com/people/kah_devil/"&gt;kah_devil&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu me considero uma &lt;a target="_blank" title="Alberto Lung empolgado" href="http://www.flickr.com/photos/betushco/3161032907/"&gt;pessoa empolgada&lt;/a&gt;. Daquelas que de primeira acha tudo legal – na verdade a palavra que uso para descrever tudo, e quem me conhece já me ouviu dizendo-a uma quantia infinita de vezes, é Genial! (com G maiúsculo e ponto de exclamação no final). Não considero isso um defeito, pois me permite apreciar todo tipo de produções; desde o mais rebuscado dos poemas até o mais fútil dos programas de televisão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contudo, depois de um tempo, a minha memória se encarrega de “limpar” todas aquelas &lt;a title="Wikipedia: Sinapse" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neur%C3%B4nio#Sinapse"&gt;sinapses&lt;/a&gt; que carregam informações que não valem mais a pena ser chamas de geniais. O que quero disser é que apenas aquilo que é realmente bom – dentro de decisões puramente arbitraria e pessoais – fica gravado no meu cérebro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tudo isso para falar de uma frase que tenho gravada na testa à muito tempo e que hoje decidiu voltar para me lembrar de verdades que não estou com muita vontade de enfrentar. Eis aqui a frase do poeta &lt;a title="Wikipedia: Richard Hugo" target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Richard_Hugo"&gt;Richard Hugo&lt;/a&gt; em seu poema &lt;a title="Poema completo: Degrees of Gray in Philipsburg" href="http://plagiarist.com/poetry/1468/"&gt;Degrees of Gray in Philipsburg&lt;/a&gt;:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Original:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;“Say your life broke down, The last good kiss&lt;br/&gt;you had was years ago.”&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Tradução livre e, conseqüentemente, inapropriada:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;&amp;#8220;Diga que sua vida está em ruínas, O último beijo bom&lt;br/&gt;que você teve foi há anos atrás.&amp;#8221;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Pensar no meu ultimo beijo bom. Ai, ai.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para que não sabe, estou escrevendo um livro. É um romance para Jovens/Adultos, e um dos temas que tento abordar e a dicotomia da &lt;i&gt;“moralidade”&lt;/i&gt; com a &lt;i&gt;“libertinagem”&lt;/i&gt;. Todos têm dentro de si um &lt;i&gt;“eu responsável”&lt;/i&gt; e um &lt;i&gt;“eu passional”&lt;/i&gt;, acredito que encontrar o centro entre os dois é fundamental para viver uma vida sem arrependimentos e sem magoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, me conte. Quando foi seu ultimo beijo bom? E como vocês lidam com a briga da responsabilidade com a &lt;i&gt;“passionalidade”&lt;/i&gt;?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Comment till your fingers bleed.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Boas leituras:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://plagiarist.com/poetry/1468/"&gt;Poema Completo: &lt;/a&gt;&lt;a href="http://plagiarist.com/poetry/1468/"&gt;Degrees of Gray in Philipsburg&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://1heckofaguy.com/2006/05/29/madeleines-from-%E2%80%A6-reading-the-last-good-kiss/"&gt;Reading The Last Good Kiss&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/77365079</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/77365079</guid><pubDate>Wed, 11 Feb 2009 00:34:00 -0400</pubDate><category>citação</category><category>Richard Hugo</category></item><item><title>Prozac Shutter</title><description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://farm2.static.flickr.com/1123/1404773803_f8133cb47a.jpg" width="500" height="333"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Photo by: &lt;a target="_blank" title="Eric Fleming" href="http://www.flickr.com/photos/efleming/1404773803/"&gt;Eric Fleming&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ontem eu e &lt;a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/betushco/1205016977/"&gt;minha irmã&lt;/a&gt; estávamos sentados no chão do living olhando as fotos de alguns álbuns velhos, e ela fez um comentário daqueles que me deixam com a bunda inquieta. Com uma foto dela chorando e que dava a impressão de que tinha os olhos tortos disse: “O bom das câmeras digitais e não ter que ficar vendo estas fotos horrorosas”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Talvez por casualidade, quiçá por causalidade, encontrei no mesmo dia do comentário um folheto que explicava uma função extraordinária das câmeras digitais da Sony. O &lt;a target="_blank" href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/092007/14092007-11.shl"&gt;“Smile Shutter”&lt;/a&gt;, que, quando ativado na maquina, detecta que todos os fotografados apareçam sorrindo na foto. Não sei se o comentário que irei fazer é apenas um indicio da minha velhice chegando cedo, mas&amp;#8230; Vamos lá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt;A foto da minha irmã chorando é feia, não vou negá-lo. Contudo, nos fez rir ao lembramos dos escândalos que ela costumava fazer quando não conseguia o que queria que, diga-se de passagem, não eram os escândalos normais de qualquer criança; uma vez ela até arrancou parte dos cabelos tentando chamar a atenção. A questão é que, ao final de contas ela chorando na foto nos lembrou de momento dos quais, agora, conseguimos rir. O que teria sido dessa foto na era das câmeras digitais? E o que teria sido da foto se o “Smile Shutter” estivesse esperando detectar um sorriso para disparar a foto?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que me interessa, e preocupa, são os resultados em longo prazo da combinação da geração prozac com a estética comercialmente predefinida e consecutivamente a felicidade fingida sendo plasmada nos &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Charge-coupled_device"&gt;ccd’s&lt;/a&gt; de câmaras digitais ao redor do mundo. A razão pela qual me preocupo é que acredito que a felicidade é uma meta definida culturalmente cujos parâmetros variam de pessoas a pessoa e, como &lt;a target="_blank" href="http://observatoriodaconsciencia.blog.com/2368126/"&gt;bem disse&lt;/a&gt; o bloggeiro do &lt;a target="_blank" href="http://observatoriodaconsciencia.blog.com/"&gt;Observatório da Consciência&lt;/a&gt;: “A frustração acontece quando vamos atrás de metas elaboradas por terceiros, e por não termos essa conexão clara com o nosso eu interior, não sabemos discernir se é bom ou ruim para nós.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, recomendo a todos tentar fotografar momentos memoráveis, e parar de correr atrás de sorrisos fingidos. Encorajo-os a fotografar o primeiro machucado do seu filho, a primeira caída, o primeiro barraco que fizer em lugar publico. Pois, é também em estes momentos que encontramos lembranças boas, duras, engaçadas, e, quem sabe, felizes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Leituras interessantes:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.polbr.med.br/arquivo/mour0403.htm"&gt;Droga como ilusão de felicidade&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://observatoriodaconsciencia.blog.com/2368126/"&gt;Onde está a felicidade?&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.cartanaescola.com.br/edicoes/19/sofrer-faz-bem/"&gt;Sofrer faz bem&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/76764481</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/76764481</guid><pubDate>Sun, 08 Feb 2009 22:50:00 -0400</pubDate><category>Artigo</category><category>Opinião</category><category>Prozac</category><category>fotos</category></item><item><title>



Feliz ano novo a todos. Chegou o momento do ano em que os blogs se enchem de promessas para o...</title><description>&lt;p&gt;
&lt;object height="344" width="425" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;
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&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt;Feliz ano novo a todos. Chegou o momento do ano em que os blogs se enchem de promessas para o ano que vira. Eu já fiz este tipo de post e me arrependo, pois é, claramente, a melhor forma de mostrar a minha incompetência com as tarefas que me proponho. Por este motivo decidi que este ano em vez de olhar para frente e prometer o que não fiz, olharei para trás e ver tudo o que me fez bem no 2008.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Dayloggers&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Foi um ano ótimo para o projeto, adorei compartilhar com os assistintes o resumo semanal da minha vida e ao mesmo tempo poder me divertir conhecendo a Tieli e, agora, a Camila. Fico feliz em ter cumprido a promessa de um vídeo semanal, como bem disse Zé Frank:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“É necessário apertar a criatividade até que saia do cérebro ao papel.”&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Escrever&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;“Writing is like pulling teeth&amp;#8230; Out of your penis.” (Jonathan Safran Foer)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Este foi um ótimo ano para mim e minha escrita. Estou terminando meu livro e adorei cada passo do processo. Claro que foi bastante chato em alguns momentos, e estressante em outros, mas cada dia que passa e leio uma pagina terminada me sinto um pouco mais satisfeito comigo. Sem contar que daqui a pouquinho vai sair o meu primeiro Short story que espero leiam e gostem bastante.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Leitura&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Li o suficiente para me sentir satisfeito, o que quer disser bastante. Ótimos livros de ótimos autores. E estou muito contente em poder ter lido clássicos como Faulkner e me sentir apto a discuti-los.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;O resto&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;blockquote&gt;O trabalho foi ótimo, muitas oportunidades e muito bem aproveitadas, so posso esperar um ano igual à este. A faculdade me cansou, irritou porem, me surpreendeu, e cada vez mais aprendo a gostar de coisas que não levava nem em consideração.&lt;br/&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;br/&gt;Desejo a todos um ótimo ano, e quem sabe vc´s não me contam nos comentários um pouco sobre o que os deixou orgulhosos de vc´s mesmos este ano&amp;#8230;&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/67713197</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/67713197</guid><pubDate>Wed, 31 Dec 2008 16:36:00 -0400</pubDate><category>pessoal</category><category>réveillon</category></item><item><title>dead: Lechon de reveillon.</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/koGJLttcgi4mvt8cwASKO5wco1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;dead:&lt;/b&gt; Lechon de reveillon.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/67550291</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/67550291</guid><pubDate>Tue, 30 Dec 2008 17:46:25 -0400</pubDate><category>fotos</category></item><item><title>Dallas Clayton: the awesome book</title><description>&lt;a href="http://www.veryawesomeworld.com/awesomebook/inside.html"&gt;Dallas Clayton: the awesome book&lt;/a&gt;: &lt;p&gt;Ótimo Link Tirado do site do &lt;a href="http://www.zefrank.com/zesblog/archives/2008/12/dallas_clayton.html"&gt;Ze Frank&lt;/a&gt;, Livrinho sobre lugares onde as pessoas nao sonham…&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/66255476</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/66255476</guid><pubDate>Mon, 22 Dec 2008 13:41:25 -0400</pubDate><category>Links</category><category>Dallad Clayton</category><category>An Awsome book</category></item><item><title>Sobre ser melhor</title><description>&lt;p&gt;Por: &lt;a target="_blank" href="http://www.merlinmann.com/"&gt;Merlin Mann&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://img.skitch.com/20080903-b1f12xftxgp5fp1b64pw2bqqeu.jpg" height="296" width="451"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Política, fofoca de celebridades, manchetes sobre a economia, peritos em tecnologia, noticias esquisitas e *user-generated content*&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estes são os brinquedos mascaveis que me tornaram triste, cansado e cínico.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cada um, da sua maneira, contribuiu ao imperativo de que estamos sempre expandindo nossos portfólios de opiniões fortes e superficiais sobre quase tudo. Ai, devemos postar algo. Em qualquer lugar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Desde empresas das quais nunca ouvimos, países que nunca visitamos, ate infantes que tiveram a randômica ma fortuna de nascer em famílias que estão na TV - Todos são argumentos para uma piada obvia e um comentário de pouca visão que, pelo menos por alguns minutos, ajuda o autor e o consumidor a se sentirem um pouco menos entediados, um pouco menos vulneráveis, um pouco menos desconectados. Por alguns minutos, de qualquer maneira, nos faz sentir *mais vivos*.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, na minha opinião, o efeito a longo prazo de cada um destes pode ser surpreendentemente diferente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Aquilo que te faz sentir menos entediado pronto te transforma em um viciado. Aquilo que te faz sentir menos vulnerável pode facilmente te torna um idiota. E as coisas que deveriam te fazer sentir mais conectado, hoje, muitas vezes, são sugadores de tempo - vazios, encorajadores programáticos que montam e refinam a sua personalidade enquanto estas sentado só na frente de uma tela.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não me entendam mal. Comentar as pontas da cultura popular e eventualmente cuspir uma piada tem uma tradição novel que inclui os melhores trabalhos de Voltaire, Dorothy Parker, Oscar Wilde, e também uma quantia de pessoas que considero bons amigos e editores brilhantes. Não tem nada de mal fazer coisas erradas todos os dias. Mas devemos trazer alguma arte ao ato. Não somente *digitar*.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O que me preocupa são as conseqüências de uma dieta composta majoritariamente de falsas-conexões, insights de fazer de conta e manuscritos sem edição de *tudo*. Estamos nos tornando pequenos. Eu sei que sempre que o percebo, me dou conta de quão pequeno me posso tornar. E isto começou a me desgostar.   &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Partindo da metáfora da dieta, diria que quero *começar a comer melhor*. Mas, também, quero começar a *cultivar tomates de boa qualidade* - independente do quão fácil possa ser escolhe-lo, empacotá-lo, enviá-lo ou vende-lo. Meu amigo, o tomate é a historia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Isto não quer disser que vou fazer Liveblogging de um monte de tentativas tolas de desencorajar tudo. Mas quer disser que quero fazer decisões conscientes sobre a qualidade de *qualquer* input que fizer - como também sobre qualquer &amp;#8220;coisa&amp;#8221; que eu produzir. Tudo. Desde minhas fontes de informação ate a minha programação de entretenimento, do mais efêmero conteúdo na web ate cada email que eu decidir responder. A bosta terá de sumir.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para ser sincero, não tenho nenhuma agenda que indique o que vou fazer diferente alem daquilo que tento fazer todos os dias:&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt; Identificar e destruir porcarias de pouco retorno;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Desligar qualquer coisa que seja mais ruidosa do que beneficial;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Tomar decisões brutalmente rápidas sobre o que *não* preciso estar fazendo;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Evitar qualquer coisa que me pareça ser falsa sinceridade (especialmente quanto tem relação com dinheiro);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Procurar me focar em fazer coisas boas;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Colocar pessoas reais no centro de tudo.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;br/&gt;Tudo o que sei é que quero fazer tudo *melhor*. Melhor, melhor, melhor.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quero destacar que não tenho planos de parar de fazer piadas &amp;#8220;filhas-da-puta&amp;#8221; ou xingar pessoas que o mereçam. O que quero é fazer a melhor piada &amp;#8220;filha-da-puta&amp;#8221; e zombar dos outros de uma forma em que ninguém está esperando. Quero ser o evangelista do trabalho duro e da edição, e quero chegar ao ponto de que isto seja notado em tudo o que faço, crio e compartilho. Sim, mesmo que me faça soar como o cara que simplesmente &amp;#8220;não pegou&amp;#8221; a piada. Foda-se.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;então, sim. Eu vou cortar as viagens do meio-terminado, meio-usado e de idéias pela metade, tanto no que faço como no que consumo. E, com todo o respeito, eu te encorajo à pensar em fazer o mesmo; especialmente se essa dieta do &amp;#8220;todo-o-que-voce-pode-comer&amp;#8221; produz qualquer coisa que não te faca ser &amp;#8220;nota 10&amp;#8221;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se não estou rindo da sua piada, agradecendo seus insights ou liderando uma ovação de torcida para uma coisa na qual você passou, mais ou menos, 10 segundo criando no seu celular, é provável que não seja por que eu não *te entenda*; Mas sim por que sei que tanto você quanto eu somos capazes de coisas melhores.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Artigo Original: &amp;#8220;&lt;a href="http://www.kungfugrippe.com/post/48588149/better"&gt;better&lt;/a&gt;&amp;#8221;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nota do tradutor: Diz Bruno Latour, Toda tradução é uma traição. Tive de adaptar muitas das piadas ao longo do texto. Fiz isto tentando ser fiel à aquilo que foi escrito e mantendo a coerência do texto.&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/61384076</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/61384076</guid><pubDate>Mon, 24 Nov 2008 19:16:00 -0400</pubDate><category>Merlin Mann</category><category>tradução</category><category>Artigo</category></item><item><title>"Banda" do Pênis</title><description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://i510.photobucket.com/albums/s346/knxdt2/michael-phelps-esperma.jpg" width="400" height="182"/&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Um célula humana contem 75&amp;#160;MB de informação genética.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Um esperma contem 37.5&amp;#160;MB.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Em um milímetro, temos - aproximadamente - 100 milhões de espermatozóides.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Em media, uma ejaculação &amp;#8220;solta&amp;#8221; 2.25 ml em 5 Segundos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Partindo de matemática básica podemos computar que a quantidade de &amp;#8220;banda&amp;#8221; do pênis  humano é:&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;(37.5MB x 100M x 2.25)/5 = (37,500,000 bytes/esperma x 100,000,000 esperma/ml x 2.25 ml) / 5 segundos = 1,687,500,000,000,000 bytes/seg = 1,687.5 TerraBytes/seg&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;1,687.5 TerraBytes/seg&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/61061210</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/61061210</guid><pubDate>Sat, 22 Nov 2008 15:06:00 -0400</pubDate><category>Numerologia</category></item><item><title>"Everything That Rises Must Converge” in your pants."</title><description>““Everything That Rises Must Converge” in your pants.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;&lt;a href="about:blank"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://blog.albertolung.com/post/60194171</link><guid>http://blog.albertolung.com/post/60194171</guid><pubDate>Mon, 17 Nov 2008 19:50:32 -0400</pubDate><category>Everything That Rises Must Converge</category><category>Flannery O'Connor</category><category>In your pants</category></item></channel></rss>

